Assembleia Municipal aprova relatório final do Debate Temático “A economia na cidade e o trabalho”

A Assembleia Municipal de Lisboa reuniu no passado dia 4 de julho, numa sessão marcada pela aprovação das Contas do Município e do relatório do Debate Temático “A economia na cidade e o trabalho”.

No âmbito do PAOD, o Deputado Municipal André Couto, manifestou a posição da bancada socialista sobre as recomendações apresentados pelos restantes Grupos Municipais.

O Deputado Hugo Xambre Pereira no âmbito da apreciação da do Relatório de Gestão e Demonstrações Financeiras do Município, consolidados, relativos ao ano de 2016, felicitou o executivo camarário pelo excelente trabalho desenvolvido. Foi possível nos últimos anos continuar o esforço de consolidação das contas e mesmo assim não travar o investimento municipal nas pessoas e na cidade.

Já o Deputado Municipal José Leitão, no âmbito da deliberação final sobre o Debate Temático “A economia na cidade e o trabalho”, lembrou que o desenvolvimento da economia e do trabalho na Cidade têm dado um contributo insubstituível para afirmar Lisboa, no quadro nacional e internacional. Naturalmente que muito há ainda para fazer e nós temos a ambição e a certeza de que podemos contribuir com eficácia para fazer o que falta fazer. Não era assim há dez, nem há quinze anos e ser hoje assim não é obra do acaso, mas sim resultado de uma gestão municipal amiga da economia e do emprego, que se recusou a ficar à margem do desenvolvimento económico da Cidade.

Foi ainda discutida a “estratégia de atuação municipal perante a iminência de despejo dos inquilinos residentes na Rua dos Lagares n.º 25, Travessa dos Lagares, n.ºs 2, 4 e 6 e Travessa Terreirinho, n.ºs 1, 3, e 5 na Mouraria”, sobre a qual o Deputado Municipal e Presidente da Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, Miguel Coelho pediu que haja uma intervenção da Câmara e da cidade para apoiar estas famílias, e deixou uma crítica à lei das rendas, do governo PSD/CDS, que vem cegamente colocar em risco centenas de famílias, que perdem assim o seu direito à habitação, em benefício de interesses privados e especulação imobiliária.