Assembleia Municipal debate Rede de Cuidados de Saúde Primários

A Assembleia Municipal de Lisboa realizou-se no dia 21 de março, numa sessão que ficou marcada pelo Debate da atualidade sobre a Rede de Cuidados de Saúde Primários, requerido pelo Partido Socialista.

Neste âmbito, o Deputado José Leitão lembrou que o acesso aos cuidados de saúde primários por parte de todos os cidadãos é um objetivo fundamental para quem considera essencial assegurar a qualidade de vida de todos os que residem em Lisboa. Lisboa irá proceder à construção de 14 Novos Equipamentos de Saúde, que correspondem a 21 Unidades de Saúde, que pretendem dar resposta a cerca de 305.900 utentes. Esta assunção de responsabilidades por parte do Município é possível, graças à boa gestão dos executivos socialistas no Município de Lisboa, que permitem realizar este investimento. Com esta aposta a Câmara Municipal demonstra o seu compromisso em contribuir, no quadro das suas atribuições, para tornar Lisboa uma cidade cada vez mais saudável, criando condições para o aumento sustentável da esperança de vida na Cidade. Estamos perante um acontecimento portador de um futuro melhor para todos e por isso não podíamos deixar de realizar este debate.

No final do debate, o Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina, lembrou que este é um programa essencial para a cidade de Lisboa, que resulta da vontade comum da Câmara Municipal de Lisboa e do Ministério da Saúde para encontrar uma solução estável e duradora para a rede de cuidados primários na cidade.
Este programa permite dar novas condições e qualidade ao Serviço Nacional de Saúde e garante o acesso de toda a população a um direito fundamental.

Adiante, no âmbito da apreciação da proposta de prorrogação do prazo de vigência das medidas preventivas relativamente à suspensão parcial do Plano de Pormenor das Amoreiras, na área correspondente à Unidade de Execução 1, o Deputado Municipal Miguel Gama, referiu a importância de integrar as novas necessidades nos desenvolvimentos dos planos, razão pela qual é importante manter as medidas preventivas, garantindo que não se irão realizar operações urbanísticas que podem comprometer as intenções do plano.