“Lisboa não está melhor!”. É com esta frase que a deputada municipal e presidente da junta de freguesia da Misericórdia, Carla Madeira, resume dois anos de mandato do atual executivo da Câmara Municipal de Lisboa.

No debate sobre o estado da Cidade, realizado na Assembleia Municipal de Lisboa a 24 de outubro, a deputada socialista confrontou o executivo com o programa eleitoral, com que os Novos Tempos se apresentaram a eleições e a realidade. Os “Novos Tempos” de novo não têm nada, apenas um discurso populista, que tenta iludir os lisboetas.
Continuamos a ver a “CML, que fielmente serve a cidade, com os seus quadros, técnicos, direções municipais, que executam a obra delineada, reconhecendo o PS, em muita dessa obra, a sua marca”, afirmou.

Lisboa era uma “cidade do futuro e com futuro”, recordou a deputada, enunciando algumas medidas socialistas, como a municipalização da Carris, o novo Passe Social, a luta pela expansão da rede de Metro, o investimento na mobilidade suave e partilhada e a criação de zonas de baixo tráfego e de emissões reduzidas, o Plano de Gestão de Resíduos do Município de Lisboa. Ou ainda a aprovação da instalação de 216 câmaras de videovigilância, as creches recentemente inauguradas na freguesia do Beato ou as novas Unidades de Saúde do Beato e de Marvila , iniciadas ainda no anterior mandato.
Também a iniciativa “Um Teatro em cada bairro” não passa da reinauguração de espaços já existentes, porque investir em novos equipamentos, não faz parte dos objetivos do atual executivo. Tal como no Desporto e sem qualquer justificação ou apresentação de alternativa, o atual executivo terminou com as Olisípiadas, um programa desportivo transversal a toda a cidade, uma oferta que promovia a atividade física, o desporto popular e o desporto para todos.

A Poluição Sonora, o Ruído excessivo, os desacatos e o excesso de álcool, por parte dos frequentadores da noite de Lisboa, tornam um inferno a vida dos lisboetas.
Não se, vê da parte deste executivo, vontade de mitigar, os efeitos nefastos, de viver neste “Parque de Diversões”, em que Lisboa se tornou.

São muitos os projetos identificados, em que o atual executivo se limitou a dar seguimento ao que foi iniciado anteriormente, ou que simplesmente deixou cair, para que no último ano de mandato os possa reinventar e atribuir como seus, tentando com isso, iludir os lisboetas. “Fazer propaganda com o trabalho dos outros! Valer-se daquilo para em que nada contribuiu! Eis a verdade que importa relembrar!“, sublinhou Carla Madeira.

“Dois anos passados da governação da Direita Coligada, dos “Novos Tempos” e o que temos? Que sonho move a cidade? Que projeção da Lisboa do Futuro? Que propostas apresenta e tem para os lisboetas?” questionou Carla Madeira. “Exigia-se ao Presidente da CML que fosse ousado, que estivesse com a sua população, que fosse mais além, porque o que está em causa determina igualmente, a cidade que temos e que queremos, o presente e o futuro.”, realçou Carla Madeira.

“Hoje temos uma cidade menos solidária, menos amiga e, em contrapartida, mais distante. Falta uma palavra forte, para aqueles que estão em risco de exclusão, um maior incentivo nas políticas sociais que os seus Novos Tempos prometeram à cidade. Falta uma Lisboa mais inclusiva, mais atenta para aqueles que realmente precisam, e padecem com problemas, para os quais não veem resposta do seu município!” afirmou. No debate anual sobre o estado da Cidade, o PS afirmou-se uma vez mais, como força política responsável e atenta, porque Lisboa merece mais, merece melhor.
Lisboa e os lisboetas podem contar com o PS.

Assista à Intervenção da deputada socialista, Carla Madeira.

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