Realizou-se esta quinta-feira, dia 2 de junho, a segunda e última sessão dedicada ao debate específico sobre o Conselho de Cidadãos. As intervenções dos especialistas e investigadores convidados vieram confirmar que esta iniciativa – amplamente divulgada pelo atual executivo camarário – não traz nada de novo em relação aos processos participativos há muito implementados na Câmara Municipal de Lisboa.
Sobre a primeira edição desta iniciativa, já realizada, pouco se sabe. Que resultados foram obtidos? quais os próximos passos? que avaliação foi feita? Estas são algumas das questões colocadas pelos participantes e secundadas pelos deputados municipais do Partido Socialista.
As dúvidas persistem. Mas uma coisa é certa: para valorizar a participação e envolvimento dos cidadãos na governação da cidade, este Conselho de Cidadãos deveria ter partido de outros pressupostos.
A deputada municipal Carla Madeira deixou várias certezas. Na sua intervenção disse que “o Partido Socialista nada tem contra ‘ouvir as pessoas’. Antes pelo contrário, esse é um objetivo que acompanhamos verdadeiramente. Opomo-nos, de forma frontal e com a lealdade que tem de existir no combate político, a este ‘Conselho de Cidadãos’ tal e qual como ele foi desenhado e implementado”.
Assista à intervenção da Carla Madeira que reforça mais uma vez, a posição do Grupo Municipal do Partido Socialista na Assembleia Municipal de Lisboa sobre o Conselho de Cidadãos.



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