O deputado municipal Davide Amado fez hoje um balanço do que tem sido o primeiro ano de mandato do atual executivo da Câmara Municipal de Lisboa (CML). Um ano de avanços e retrocessos, falta de decisões, mas muitos anúncios de medidas ‘históricas’ ou início de obras, só comparadas à construção do Aqueduto das Águas Livres, como é o caso do Plano Geral de Drenagem de Lisboa, um projeto iniciado em 2015, com um executivo do Partido Socialista (PS).
Um ano onde a gratuitidade dos transportes tem servido de bandeira para tudo, enquanto medida de apoio social aos mais de 65 anos e aos estudantes, de apoio à mobilidade e à sustentabilidade. Uma medida que apesar de ‘histórica’, tem vindo a ser ajustada e melhorada com os contributos da oposição.
Para o deputado municipal do PS e também presidente da Junta de Freguesia de Alcântara, este “é um mandato recondicionado, pois na sua maioria as medidas levadas a cabo por Carlos Moedas, são continuidade do trabalho desenvolvido no mandato anterior”. Um ano que assinala a “inação e estagnação pois sentimos que Lisboa parou, na higiene urbana e na qualidade dos serviço que presta à cidade, no espaço público, no desenvolvimento de uma politica social que responda às reais necessidades dos Lisboetas“, diz Davide Amado.
Na declaração política hoje realizada na sessão da Assembleia Municipal de Lisboa, Davide Amado deixou ainda dois desafios ao executivo: um relacionado com a reforma administrativa da cidade e o eventual reforço de competências para as freguesias; e outro, referente ao orçamento para 2023, manifestando disponibilidade para reunir, num apelo ao diálogo.
Assista à intervenção do deputado municipal Davide Amado.



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