Lisboa não pode normalizar escolas onde chove dentro das salas, onde há alunos em contentores e comunidades escolares à espera há anos por obras.
Existe diagnóstico. Existem prioridades definidas. Desde 2022, existem também competências atribuídas ao Município.
Houve financiamento europeu disponível para requalificar o parque escolar. Não foi aproveitado.
Quando há responsabilidade política e instrumentos financeiros, o que se exige é execução. A educação pública não é um dossier secundário. É um compromisso com a próxima geração de lisboetas.
Assista à intervenção na integra do deputado municipal, Miguel Teixeira.
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