É no teatro, na cultura viva, que uma cidade pode ver, escutar e sentir-se a si própria.

Uma cultura ditada ao gosto de uma maioria, um teatro censurado pela sua programação, são gestos típicos de uma autocracia, que, em Lisboa, não podem encontrar lugar.

Assista à intervenção do deputado municipal Hugo Gaspar.

Assembleia Municipal, 9 de abril de 2026.

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