Perante o aumento brutal do custo de vida, a gestão municipal e as bancadas da direita continuam a ignorar as propostas apresentadas pelo PS.
Sob o pretexto da responsabilidade orçamental, a direita bloqueia medidas que aliviariam o orçamento das famílias lisboetas. Mas essa responsabilidade é de geometria variável, invocada quando convém, esquecida quando incomoda.
Não se viu durante a pandemia, quando o CDS propôs um pacote de 200 milhões de euros. Não se vê no Porto, onde uma coligação entre a IL e o PSD isentou de custos os transportes públicos para todos. E não se vê, aqui mesmo, nas isenções que esta Câmara concede aos chic-nics da cidade.
A responsabilidade orçamental da direita parece, afinal, depender de quem está do outro lado do orçamento.
Assista à intervenção do deputado municipal, Miguel Coelho.
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