A cultura em Lisboa começa a definhar no instante em que o poder pretende dividi-la entre ortodoxias aceitáveis e desvios a corrigir.
Quando se exige uma arte de direita ou uma arte de esquerda, já não se está a pensar a cultura como espaço de criação, dissenso e liberdade. Está a reduzi-la a doutrina.
Assista à intervenção do deputado municipal Carlos Castro.
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